Elementos de substituição para recuperar a sua função mastigatória e estética.
Após a perda prematura de um dente, a função mastigatória fica imediatamente comprometida. O implante serve para substituir a raiz do dente perdido, servindo de suporte sólido para a colocação de coroas ou pontes dentárias e repondo a função oclusal.
Constituem-se como pequenos parafusos de características especiais, fabricados em titânio — material comprovadamente biocompatível pelo organismo — com uma configuração e tratamento de superfície adequados à integração óssea.
Após uma cirurgia minimamente invasiva, colocam-se os implantes no maxilar. Se a qualidade do osso for consistente e a estabilidade primária do implante for boa, poderá colocar-se o dente de imediato (carga imediata). Caso contrário, aguarda-se um período para osteointegração (normalmente 2 a 3 meses).
Utilizadas para a substituição isolada de um só dente em falta.
Estruturas que utilizam simultaneamente implantes e dentes naturais como pilares.
Quando não existem dentes naturais, colocam-se normalmente 12 dentes fixos suportados por 4 a 8 implantes consoante a estrutura óssea.
Próteses suportadas numa barra fixa sobre 2 a 3 implantes. São removíveis (para limpeza) e de custo mais reduzido.
A falta de higiene ou doenças sistémicas (como a osteoporose) podem levar à perda prematura do implante. Fique atento a estes problemas locais:
Com a osteointegração perfeita e uma profilaxia exemplar, o implante pode perdurar o resto da vida. As consultas de controlo (com RX se necessário) devem ser efetuadas a cada 6 meses.
Movimentos de cima para baixo (superiores) e baixo para cima (inferiores). Nunca escovar na horizontal.
Utilizar "passa-fios" para limpar debaixo dos dentes de substituição e no pilar.
Limpa os resíduos mais aderidos e massaja os sulcos gengivais.
Injeta água sob pressão para eliminar os resíduos ocultos nas próteses fixas.